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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Conheça os 10 principais tipos de pedras preciosas 

Conheça os 10 principais tipos de pedras preciosas
Existem inúmeros tipos de pedras preciosas no mundo. Somente no Brasil, por exemplo, são encontrados mais de cem tipos de gemas. Elas possuem cores, significados e valores distintos, mas todas têm em comum o poder de encantar as pessoas.
Confira a seleção de gemas que fizemos para você conhecer um pouco mais sobre o universo das pedras preciosas mais queridas e utilizadas em joias belíssimas:

Diamante

diamante
Uma das pedras mais cobiçadas do mundo, o Diamante é composto unicamente por carbono, e tem uma tonalidade incolor e, às vezes, é possível notar nuances amarelas, rosas, azuis e verdes.
Raramente são encontrados diamantes vermelhos e alaranjados. A dificuldade em extrair o mineral das profundezas da terra torna o Diamante uma das pedras preciosas mais valiosas. Sua dureza e resistência — você sabia que um diamante só pode ser quebrado por outro? — tornam a pedra o símbolo do amor que não pode ser destruído e, por isso, essa é uma pedra muito usada em anéis de noivado e alianças.

Rubi

rubi
O nome Rubi, do latim rubeus, significa vermelho, o que já indica a cor de uma das pedras preciosas mais valiosas, ao lado do Diamante e da Esmeralda. Assim como sua cor é forte, seu significado também é, o rubi aumenta a coragem, a iniciativa e o poder de liderança das pessoas que o utilizam.

Esmeralda

esmeralda
A Esmeralda é, na verdade, uma variação do berilo verde, cuja cor aparece por excesso de crômio. Na antiguidade, a gema era considerada sagrada e, por isso, era a pedra mais desejada por todos. Tem o poder de rejuvenescer quem a usa, bem como de oferecer amor, inteligência e capacidade de se expressar bem.

Água Marinha

agua-marinha
Assim como a Esmeralda, a Água Marinha é uma variação do berilo; sua cor azul esverdeada está relacionada à presença do ferro. Era utilizada como amuleto da sorte pelos marinheiros que, na pedra, encontravam coragem para realizar as viagens pelos mares, muitas vezes, impetuosos. É a pedra que proporciona paz e alívio, além de ter o poder de curar várias doenças.

Turmalina

turmalina
A Turmalina é uma pedra rica em cores. Podemos encontrá-la em tons de rosa, vermelho, amarelo, verde, preto, e até mesmo incolor ou com muitas cores de uma só vez, como se fosse o arco-íris. A mais famosa das Turmalinas é a de cor azul e, por isso, recebe um nome especial: Turmalina Paraíba. No campo da saúde, a gema tem o poder de cura sobre as vias circulatórias e respiratórias. Já no espiritual, é considerada uma pedra de proteção, que afasta as energias ruins e, até mesmo, a magia negra.

Jade

jade
Os tons de cor do Jade variam do verde-esbranquiçado ao verde-escuro. Pelos antigos, era considerada a pedra da sabedoria, e seu poder de cura está relacionado ao coração, tanto no campo emocional quanto físico.

Opala

opala
Pode ser encontrada em diversas cores, que vão do branco ao cinza, passando pelo laranja e pelo azul, todas com um brilho inconfundível. A Opala pode ser considerada uma pedra capaz de captar e transmitir boas energias, seu poder de cura está associado à harmonização do corpo e da mente, oferecendo controle emocional, paz, amor, sabedoria e criatividade a quem a utiliza.

Safira

safira
Além de ser uma pedra encontrada com várias tonalidades de azul, chegando até ao violeta, também é possível ver safiras com tons rosados e alaranjados. É uma pedra que traz equilíbrio e auxilia quem precisa de concentração para realizar atividades que envolvem a mente.

Turquesa

turqueza
Com um azul único e bem diferenciado do das outras pedras azuladas, a turquesa inspirou uma variação na paleta de cores que é usada hoje em dia. Você certamente já ouviu alguém falar em azul-turquesa. Essa cor está relacionada à presença de cobre na gema, que proporciona bem-estar e era utilizada, na antiguidade, como amuleto.

Ametista

ametista
A Ametista é uma pedra de coloração violeta belíssima, que na verdade é uma variação do quartzo, e está relacionada ao controle próprio, e à capacidade de se manter equilibrado.

Fonte: CPRM

Dona do Burger King no Brasil precifica IPO em R$18 por ação: confira o documento

Dona do Burger King no Brasil precifica IPO em R$18 por ação: confira o documento

Responsável pelo último e mais bem-sucedido IPO do ano, o Burger King Brasil (BKBR3) concluiu nesta quinta-feira (14) uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), que movimentou R$ 2,2 bilhões. Com isso, a rede de fast-food, chegará à bolsa com uma capitalização de R$ 4 bilhões.
Segundo o site da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), foram vendidas 49,230 milhões de ações na oferta primária, que giraram R$ 886,153 milhões, e 73,288 milhões de papéis na secundária, que rendeu R$ 1,319 bilhão.

Jornal ADVFN

Glencore aposta alto em metais para baterias de carro

Glencore aposta alto em metais para baterias de carro


A Glencore aumentou sua produção dos metais usados para produzir baterias de carros elétricos em um ritmo superior ao de seus principais rivais da mineração, segundo uma análise completa da indústria que demonstra a escala da estratégia que tem grandes riscos prospectivos e recompensas. A produção da companhia anglo-suíça de cobalto e cobre dobrou solidamente nos cinco anos até 2016, enquanto sua produção de níquel aumentou quatro vezes, mostrou a pesquisa compilada para a Reuters pela S&P Global Market Intelligence. Os metais de veículos elétricos correspondem a 50 por cento do principal lucro da Glencore, mais do que o dobro da proporção de seus principais concorrentes listados –BHP, , Rio Tinto, , e Anglo American
A análise, baseada nos relatórios das companhias, apoia a afirmação da Glencore de que está bem posicionada para capitalizar em uma alta antecipada na demanda por carros elétricos na próxima década. No entanto, o esforço também carrega possíveis riscos; a maior parte da produção foi acrescentada por meio de aquisições e a Glencore ganhou mais dívidas do que seus concorrentes, segundo a S&P Global Market Intelligence. A empresa tinha 28,4 bilhões de dólares em dívida líquida, comparado com os 16,3 bilhões de dólares da BHP, 8,1 bilhões de dólares da Rio Tinto e os 5,5 bilhões de dólares da Anglo American, mostrou o estudo compilado em novembro.
Fonte: Exame

China reduz imposto de exportação do aço; futuros do minério de ferro sobem 3,20%

China reduz imposto de exportação do aço; futuros do minério de ferro sobem 3,20%


O ministério das Finanças da China informou nesta sexta-feira que irá retirar as tarifas para exportação sobre o aço e clorito a partir do início do próximo ano. O objetivo do governo chinês é impulsionar o desenvolvimento industrial do país e também a vendas a outros mercados.
Além disso, a China vai reduzir a tarifa de certo tipo de fertilizante, do lingote de aço e do alcatrão de carvão. No entanto, o ministério não informou de quanto será o corte nas tarifas. O comunicado destaca que a China cumprirá as tarifas estabelecidas em tratado com 26 países e regiões incluídas no programa da Nova Rota da Seda de Pequim.
Com isso, os contratos futuros do minério de ferro na Bolsa da Dalian sobem 3,20% na bolsa a a 516,5 iuanes por tonelada. No caso do vergalhão de aço, a alta é de 38 iuanes por tonelada a 3.844 iuanes por tonelada, nos contratos futuros de maio.
China é a principal consumidora de minério de ferro e tem passado por um momento de incertezas, com a economia dando sinais de desaceleração, o que poderia diminuir a demanda. Por outro lado, a legislação local que pode levar ao fechamento das indústrias mais poluidores, pode levar a uma maior demanda pela commodity de melhor qualidade de outros países, como é o caso do Brasil.
Fonte: Investing
 

Para onde vai a Vale?

Para onde vai a Vale?


Recrutado junto à Klabin, o executivo Fábio Schvartsman assume a mineradora com a missão de prepará-la para uma complexa reestruturação societária. Desde a confirmação, em fevereiro, de que Murilo Ferreira deixaria o comando da mineradora Vale, começou a temporada de especulações. Os nomes de quais seriam os candidatos mais fortes começaram a aparecer, e incluíam Carlos Ghosn, do Grupo Renault-Nissan-Mitsubishi, Vasco Dias, ex-Shell, e Marcos Lutz, do conselho da Comgás.
Chegou-se a cogitar até executivos ligados a grupos acionistas da mineradora, como Maria Silvia Marques, do BNDES, Rômulo Dias, ex-Cielo e atualmente diretor do Bradesco, Nélson Silva, diretor da Petrobras, e Paulo Caffarelli, do Banco do Brasil.
As apostas, no entanto, se mostraram mal calibradas. O vazamento do nome do verdadeiro favorito aconteceu apenas 30 minutos antes do horário marcado para a Vale revelar o seu eleito. E o anúncio, na segunda-feira 27 (o mercado esperava a notícia apenas para abril), veio com uma surpresa adicional. O novo presidente é Fábio Schvartsman, CEO da Klabin desde 2011. A princípio, a indicação foi surpreendente até mesmo para o comitê que liderava a seleção, composto por Gueitiro Genso, presidente da Previ, Fernando Buso, presidente da Bradespar, Oscar Camargo, da japonesa Mitsui, e Eliane Lustosa, diretora de mercado de capitais do BNDES.
A pergunta geral, após a sugestão de Schvartsman ser levada à mesa pela primeira vez, foi: “quem é ele?” A resposta foi sendo dada em entrevistas e conversas, que, somadas, acumularam mais de dois dias inteiros, durante cerca de duas semanas. Mais de 20 horas foram dedicadas apenas a entrevistas com a empresa de recrutamento Spencer Stuart, responsável pela lista de indicados e que já havia participado com a consultoria Bain & Company do projeto de governança da Vale. O próprio executivo, de 63 anos de idade, precisou maturar a sua decisão de deixar o comando da Klabin, na qual estava bem respaldado pelos controladores e com um desempenho elogiado (ver quadro abaixo).
Durante todo o processo, os quatro membros do comitê de seleção estavam alertas para participarem de entrevistas de última hora com os candidatos, como prioridade número um de suas agendas. Nos bastidores, a resposta para quem era Schvartsman, que assumirá o cargo no dia 26 de maio, foi surgindo naturalmente ao longo dos dias: era a pessoa certa para comandar a Vale no atual momento. A mineradora precisava de alguém respeitado pelo mercado e que passasse a mensagem de que a empresa, de R$ 101 bilhões de faturamento, privilegiava a escolha técnica e afastava as sugestões políticas.
Também não interessava a indicação de um executivo de perfil olímpico que se considerasse dono de todos os destinos da companhia, como foi o antecessor de Murilo Ferreira no comando da Vale, Roger Agnelli. Mas, ao mesmo tempo, o candidato precisaria dar continuidade aos trabalhos de Ferreira, no sentido de buscar o ganho de eficiência e conduzir a empresa num período de preços baixos do minério de ferro, pressionados pela queda de demanda na China. “Ele trabalha com a equipe que encontra, não destrói o time quando chega”, diz uma fonte próxima do processo de escolha. “Foi assim que conseguiu sucesso na Klabin.”
Mas, principalmente, a opção por Schvartsman tinha um grande objetivo central. Desde o início, a seleção estava claramente voltada a escolher o executivo mais capaz de conduzir a reestruturação societária planejada para a empresa em 2020. O objetivo é tornar a Vale uma companhia de capital pulverizado, enterrando a sensação de que, mesmo tendo sido privatizada, ela nunca se livrou do peso da influência governamental. Isso significará a unificação das ações ordinárias e preferenciais em uma só classe. Algumas mudanças maiores podem acontecer no comando do negócio.
O Bradesco planejaria uma saída do controle que exerce por meio da Bradespar, algo que seria feito de forma sutil, para evitar criar problemas para os outros acionistas. O banco nega a informação e alega ser apenas especulação do mercado. A Valepar controla a empresa, com 33,1% das ações. Desse total, a Bradespar é dona de 21,2% e os fundos Previ, Funcef, Petros e Fundação Cesp acumulam 49%. As experiências anteriores de Schvartsman demonstram que ele pode cumprir bem a função. Em sua passagem de 22 anos pelo grupo Ultra, liderou, como diretor financeiro, a abertura de capital da holding Ultrapar.
Já, na Klabin, melhorou a governança da empresa, elevando o seu patamar para o nível 2 da Bovespa. E havia pressão para que buscasse a entrada no Novo Mercado, exatamente a missão que terá agora na Vale. O mercado lembra, no entanto, que entre 2008 e 2010 Schvartsman esteve à frente do grupo San Antonio, de serviços para o setor de óleo e gás, operação que deu um prejuízo histórico para a gestora GP Investments. Em 2014, a GP registrou a perda total do investimento feito em 2008, de US$ 135 milhões, na compra de 17,7% do negócio.
Haverá também desafios operacionais, muitos dos quais foram encaminhados pela gestão anterior. “Ele não encontrará uma empresa cheia de mato alto”, diz Bruno Giardino, analista do Santander. “Muita coisa já foi feita.” A companhia busca reduzir o seu endividamento de US$ 25 bilhões para um patamar entre US$ 15 bilhões e US$ 17 bilhões. Em dezembro, a Vale negociou os seus ativos de fertilizantes, para a Mosaic, por US$ 2,5 bilhões. E, na segunda-feira 27, concluiu a venda da operação de carvão em Moçambique por US$ 733 milhões, com a sua acionista Mitsui.
Agora, aproveitando a recuperação parcial dos patamares de preços do minério no último ano – mesmo considerando que há previsão de uma certa queda do valor da commodity, neste ano –, deve se desfazer apenas de ativos menos valiosos. Também não pode ser desconsiderado o desafio de gerenciar o ritmo de produção da companhia, depois da entrada em operação neste ano, em Canaã dos Carajás (PA), da mina S11D Eliezer Batista. Trata-se do maior projeto da história da Vale, com US$ 6,4 bilhões de investimentos. Um excesso de oferta poderia causar a diminuição das margens de lucro aferidas com minério.
Deve ajudar nessa tarefa o fato de que Schvartsman acabou de conduzir na Klabin a criação de uma fábrica de celulose, de R$ 8 bilhões, em Ortigueira (PR), o que levou a companhia de volta ao mercado de celulose depois de 13 anos. Por fim, o executivo ainda precisará ajudar a Samarco, empresa controlada pela Vale, voltar a operar, depois dela ter causado o maior desastre ambiental da história, em Mariana(MG) e nas cidades que beiram o Rio Doce. Com tantos projetos que merecerão os holofotes, uma coisa é certa: logo, poucos do mundo dos negócios ainda perguntarão quem é Fábio Schvartsman.
Fonte: Isto É Dinheiro

Homem compra R$ 66 em bitcoins, esquece-os e hoje eles valem R$ 8,5 milhões

O norueguês Kristoffer Koch, morador da capital Oslo, teve uma mais do que agradável surpresa recentemente. O homem comprou 5 mil bitcoins em 2009 como parte de sua tese sobre criptografia por uma quantia de 150 coroas norueguesas, o equivalente hoje a R$ 66. Após ter realizado seu trabalho, ele simplesmente esqueceu a quantia que havia adquirido da criptomoeda e seguiu sua vida.
Recentemente, Koch lembrou-se dos bitcoins que havia comprado há seis anos e resolveu acessá-las para ver o que havia acontecido durante esse tempo. Após conseguir acessar a “carteira virtual” que armazenava sua pequena fortuna, seus 5 mil bitcoins estavam lá intactos.
O mais novo milionário norueguês

Bitcoins, que valem mais do que dinheiro

Ao verificar o valor de sua moeda virtual, Koch teve uma enorme surpresa: os 5 mil bitcoins valem hoje o equivalente a quase R$ 8,5 milhões de reais. Exatamente! Uma valorização de mais de 128 mil vezes. Segundo o felizardo, sua esposa mudou de ideia em relação às “bobagens” com as quais ele gastava dinheiro antes, especialmente com essa “moeda que não existe”.
Koch já gastou um quinto de sua fortuna para comprar um apartamento em um dos bairros mais ricos de Oslo.
Fonte: Exame

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

As turmalinas conhecidas sob a designação ”Paraíba

As turmalinas conhecidas sob a designação ”Paraíba”, em alusão ao Estado onde foram primeiramente encontradas, causaram furor ao serem introduzidas no mercado internacional de gemas, em 1989, por suas surpreendentes cores até então jamais vistas. A descoberta dos primeiros indícios desta ocorrência deu-se sete anos antes, no município de São José da Batalha.
Estas turmalinas ocorrem em vívidos matizes azuis claros, azuis turquesas, azuis “neon”, azuis esverdeados, azuis-safira, azuis violáceos, verdes azulados e verdes-esmeralda, devidos principalmente aos teores de cobre e manganês presentes, sendo que o primeiro destes elementos jamais havia sido detectado como cromóforo em turmalinas de quaisquer procedências.
A singularidade destas turmalinas cupríferas pode ser atribuída a três fatores: matiz mais atraente, tom mais claro e saturação mais forte do que os usualmente observados em turmalinas azuis e verdes de outras procedências.
Em fevereiro de 1990, durante a tradicional feira de pedras preciosas de Tucson, no Estado do Arizona (EUA), teve início a escalada de preços desta gema. A mística em torno da turmalina da Paraíba havia começado e cresceu extraordinariamente ao longo das mais de duas décadas que se seguiram, convertendo-a na mais valiosa variedade deste grupo de minerais.
A elevada demanda por turmalinas da Paraíba, aliada à escassez de sua produção, estimulou a busca de material de aspecto similar em outros pegmatitos da região, resultando na descoberta das minas Mulungu e Alto dos Quintos, situadas próximas à cidade de Parelhas, no vizinho estado do Rio Grande do Norte. Estas minas passaram a produzir turmalinas cupríferas de qualidade média inferior às da Mina da Batalha, mas igualmente denominadas “Paraíba” no mercado internacional, principalmente por terem sido oferecidas muitas vezes misturadas à produção da Mina da Batalha.
Embora as surpreendentes cores das turmalinas da Paraíba ocorram naturalmente, estima-se que aproximadamente 80% das gemas só as adquiram após tratamento térmico.
Até 2001, as turmalinas cupríferas da Paraíba e do Rio Grande do Norte eram facilmente distinguíveis das turmalinas oriundas de quaisquer outras procedências mediante detecção da presença de cobre com teores anômalos, através de análise química por fluorescência de raios X de energia dispersiva (EDXRF). No entanto, as recentes descobertas de turmalinas cupríferas na Nigéria e em Moçambique acenderam um acalorado debate envolvendo o mercado e os principais laboratórios gemológicos do mundo, em torno da definição do termo “Turmalina da Paraíba”.
Até o ano de 2001, o termo “Turmalina da Paraíba” referia-se à designação comercial das turmalinas da espécie elbaíta, de cores azuis, verdes ou violetas, que contivessem pelo menos 0,1% de CuO e proviessem unicamente do Brasil, precisamente dos estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte.
Tudo começou a mudar quando, naquele ano, uma nova fonte de turmalinas cupríferas foi descoberta na Nigéria, na localidade de Ilorin (mina de Edeko), voltando a ocorrer quatro anos mais tarde, em meados de 2005, desta vez em Moçambique, na região de Alto Ligonha, a aproximadamente 100 km ao sudoeste da capital Nampula.
De modo geral, as elbaítas com cobre destes países africanos não possuem cores tão vívidas quanto às das brasileiras, embora os melhores exemplares da Nigéria e de Moçambique se assemelhem aos brasileiros.
O achado destes depósitos africanos ocasionou acalorados debates no mercado e entre laboratórios, uma vez que as gemas de cores azuis a verdes saturadas procedentes da Nigéria e de Moçambique não podem ser diferenciadas das produzidas no Brasil por meio de exames usuais e tampouco por análises químicas semi-quantitativas obtidas pela técnica denominada EDXRF.
Há alguns anos, felizmente, constatou-se ser possível determinar a origem das turmalinas destes 3 países por meio de dados geoquímicos quantitativos de elementos presentes como traços, obtidos por uma técnica analítica conhecida por LA-ICP-MS.
Em fevereiro de 2006, o Comitê de Harmonização de Procedimentos de Laboratórios, que consiste de representantes dos principais laboratórios gemológicos do mundo, decidiu reconsiderar a nomenclatura de turmalina da “Paraíba”, definindo esta valiosa variedade como uma elbaíta de cores azul-néon, azul-violeta, azul esverdeada, verde azulada ou verde-esmeralda, que contenha cobre e manganês e aspecto similar ao material original proveniente da Paraíba, independentemente de sua origem geográfica.
Esta política é consistente com as normas da CIBJO, que consideram a turmalina da Paraíba uma variedade ou designação comercial, e a definem como dotada de cor azul a verde devida ao cobre, sem qualquer menção ao local de origem. 
Por outro lado, como essas turmalinas cupríferas são cotizadas não apenas de acordo com seu aspecto, mas também segundo sua procedência, tem-se estimulado a divulgação, apesar de opcional, de informações sobre sua origem nos documentos emitidos pelos laboratórios de gemologia, caso disponham dos recursos analíticos necessários.

Fonte: Geologo.com

moeda virtual para financiar celular baseado em blockchain

Empresa arrecada US$ 118 mi com oferta de moeda virtual para financiar celular baseado em blockchain

Sirin Labs disse nesta quinta-feira(14) que arrecadou US$ 118 milhões em uma oferta inicial de moeda (ICO, na sigla em inglês) para apoiar o desenvolvimento de um celular com base na tecnologia blockchain. As ICOs permitem que as startups fundadas em tecnologias de criptomoedas obtenham rapidamente o capital por meio da emissão de moedas virtuais para os investidores.
Moshe Hogeg, CEO e Fundador da Sirin, disse a repórteres, que os investidores “são nossos potenciais clientes. Acreditamos que serão os primeiros a comprar os telefones”. A oferta inicial de moeda virtual ajudará a empresa a financiar seu celular protegido por blockchain, bem como um computador pessoal também baseado em blockchain. A empresa disse que o telefone, que deverá estar no mercado no final de 2018, se beneficia de uma maior segurança e capacidade de realizar transações sem taxas.
O CEO ainda disse, que seu objetivo era levantar US$ 75 milhões, o montante necessário para desenvolver o celular. Os fundos adicionais permitirão à empresa aumentar sua produção e investir mais em vendas e marketing.

Fonte: Jornal ADVFN

Reforma da Previdência é marcada para 18 de fevereiro, diz Rodrigo Maia

Reforma da Previdência é marcada para 18 de fevereiro, diz Rodrigo Maia

O debate sobre a reforma da Previdência foi marcado para o dia 5 de fevereiro, e o inicio da votação para logo depois do Carnaval, a partir do dia 19 do mesmo mês, afirmouo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Depois de se reunir hoje (14) com o relator da proposta, Arthur Maia (PPS-BA), o presidente da Câmara disse que foram feitos alguns ajustes no relatório que será lido em plenário ainda nesta quinta, a partir das 15h.
Para Maia, houve “contaminação” do texto inicial e uma “comunicação pouco efetiva”, mas até fevereiro haverá todas as condições para colocar a proposta em pauta.
O presidente da Camara, declarou que “a recepção da sociedade já melhorou muito, tende a melhorar nas próximas semanas. No dia 19, uma segunda-feira, a matéria vai estar pronta para pauta e vamos começar a votação da reforma da Previdência. A data está colocada para que cada deputado possa organizar sua programação e para que a gente possa votar essa matéria. Espero eu que a gente possa ter essa matéria aprovada porque é fundamental para o Brasil”, finalizou Maia.

Fonte: Jornal ADVFN

Brasil pode voltar a ser grande produtor mundial