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domingo, 19 de novembro de 2017

Origem secreta das Esmeraldas

Origem secreta das Esmeraldas



Uma cuidadosa análise de algumas das esmeraldas mais famosas do mundo mostrou que pedras preciosas também têm histórias secretas. Três das pedras pertencentes à coleção de uma antiga família são originárias da Colômbia, de onde teriam sido retiradas no século XVI e não teriam pertencido, como contava a lenda, a Alexandre, o Grande.
Admirado por mais de 4.000 anos, o verde profundo das esmeraldas tem sido símbolo de imortalidade e juventude. Essas gemas foram admiradas pelos egípcios e romanos: o Imperador Nero observava os gladiadores através de uma lente de esmeraldas. Mas a história de muitas das melhores gemas do mundo freqüentemente se transforma em mitos e é muito difícil de mapear. Isso levou um grupo de pesquisadores da França e da Colômbia a utilizar as mais modernas técnicas para determinar a origem de nove das mais famosas esmeraldas, que cobrem um período da ocupação romana da França até o século XVIII. O estudo envolveu a vaporização de uma porção microscópica de cada uma das pedras com um raio laser e, então, analisar os isótopos de oxigênio que foram liberados.
Composição e temperatura
Isótopos de oxigênio em gemas como as esmeraldas refletem a composição e temperatura dos fluidos que eventualmente se cristalizaram para formar a pedra, assim como a composição e temperatura das rochas que o fluido atravessou em seu caminho antes de sua consolidação como gema. Há uma estreita faixa desses isótopos para cada local onde as esmeraldas foram descobertas ao redor do mundo. Juntamente com outros aspectos mais tradicionais da gemologia, tais como propriedades óticas e a incrustração de outros materiais, os pesquisadores podem usar esses valores dos isótopos para apontar onde a esmeralda "nasceu". Os pesquisadores, liderados por Gaston Giuliani, dos Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento e o Centro de Pesquisas Petrográficas e Geoquímicas, em Vandoeuvre, na França, testaram pedras das principais minas de esmeralda de todo o mundo.
Principais surpresas
Eles descobriram que algumas esmeraldas muito antigas vêm de depósitos supostamente descobertos durante o século XX, mostrando que estas minas eram conhecidas desde o tempo dos romanos. Uma das grandes surpresas foi o número de gemas das minas colombianas. Estas esmeraldas somente foram comercializadas mundialmente após a invasão espanhola da América Latina, no século XVI. E mais, três das quatro maiores esmeraldas analisadas da coleção da família indiana Nizam, supostamente vindas de minas asiáticas perdidas, vieram realmente da Colômbia e não, como conta a lenda, de Alexandre, o Grande (ao redor do ano 300 A.C.).
Os pesquisadores agora planejam aplicar as mesmas técnicas para estudar os rubis. "Este tipo de análise era inicialmente uma pequena parte do nosso trabalho", disse Giuliani. "Mas vimos que, como geólogos trabalhando com gemas e gemólogos, nós podemos dar uma contribuição para o estudo do comércio e da história humana."
Pesquisa publicada no jornal Science.

Fonte:  Site Inovação Tecnológica 

Estrela vizinha possui sistema planetário complexo

Estrela vizinha possui sistema planetário complexo


Estrela vizinha possui sistema planetário complexo
Esta concepção artística mostra como podem ser os recentemente descobertos cinturões de poeira em torno da estrela mais próxima do Sistema Solar, Próxima Centauro.[Imagem: ESO/M. Kornmesser]

Cinturões de poeira
O radiotelescópio ALMA, no Chile, detectou um disco de poeira em torno da estrela mais próxima do Sistema Solar, Próxima Centauro.
As observações revelam o brilho emitido por poeira fria em uma região situada a uma distância de Próxima Centauro equivalente a uma a quatro vezes a distância entre a Terra e o Sol.
Os dados indicam também a presença de um cinturão de poeira mais exterior e ainda mais frio, o que é consistente com a presença de um sistema planetário complexo.
Os cinturões de poeira são restos de material que não formou corpos maiores, tais como planetas. As partículas de rocha e gelo nessas formações variam em tamanho, desde os mais minúsculos grãos de poeira, menores que um milímetro, até a corpos do tipo de asteroides, com muitos km de diâmetro.
Os dois cinturões estão muito mais longe da Próxima Centauro do que o planeta Próxima b, o qual orbita a apenas 4 milhões de km de distância da estrela.
Sistema planetário complexo
Próxima Centauro é a estrela mais próxima do Sol. Trata-se de uma anã vermelha situada a apenas 4 anos-luz de distância, na constelação austral do Centauro. Em sua órbita encontra-se um planeta temperado do tipo terrestre, Próxima b, o exoplaneta mais próximo do Sistema Solar, descoberto em 2016.
Os novos dados revelam que este sistema é muito mais complexo do que se acreditava mesmo após a descoberta do exoplaneta.
"A poeira que rodeia a Próxima Centauro é importante porque, no seguimento da descoberta do planeta terrestre Próxima b, se trata da primeira indicação da presença de um sistema planetário elaborado, e não apenas de um único planeta, em torno da estrela mais próxima do nosso Sol," detalhou Guillem Anglada, do Instituto de Astrofísica de Andaluzia (CSIC), na Espanha.
A poeira parece estender-se ao longo de algumas centenas de quilômetros além de Próxima Centauro e tem uma massa total de cerca de uma centésima da massa da Terra. Estima-se que esse cinturão tenha uma temperatura de cerca de -230 graus Celsius, ou seja, tão fria quanto o Cinturão de Kuiper, no Sistema Solar exterior.
"Este resultado sugere que a Próxima Centauro possa ter um sistema planetário múltiplo com uma história rica de interações que terão resultado na formação de um cinturão de poeira. Estudos adicionais poderão dar-nos informação sobre as localizações destes planetas adicionais ainda não identificados," disse Anglada.
O sistema planetário de Próxima Centauro é o alvo do projeto Starshot - para a futura exploração direta do sistema por meio de micronaves impulsionadas por velas a laser.

Fonte:  Site Inovação Tecnológica 

Que tal fabricar combustível usando diamantes?

Que tal fabricar combustível usando diamantes?


Que tal fabricar combustível usando diamantes?
O processo já funciona em escala de laboratório, e a equipe se prepara para construir uma planta-piloto. [Imagem: The Journal of Physical Chemistry C]

Fotossíntese artificial
Se queremos realmente levar a sério a redução da contribuição humana ao aquecimento global, talvez valha a pena investir nisso algumas das coisas mais valiosas que temos - diamantes, por exemplo.
Mais do que propondo, é o que está demonstrando ser possível uma equipe liderada pela professora Anke Krueger, da Universidade Wuerzburg, na Alemanha.
Krueger montou um sistema fotocatalítico - um catalisador baseado na luz - cujo elemento ativo é o diamante. Não os caríssimos diamantes do tipo gema, encontrados em joias, é claro, mas nanodiamantes sintéticos, produzidos industrialmente.
Lembrando bastante o funcionamento da fotossíntese, que reintroduz continuamente o dióxido de carbono (CO2) do ar no ciclo bioquímico da Terra, o sistema fotocatalítico usa o CO2 para produzir compostos fundamentais que podem ser usados para fabricar combustíveis líquidos para automóveis ou compostos importantes para a indústria química, como metanol, ácido fórmico, metano etc, todos hoje derivados do petróleo.
Diamante como fotocatalisador
O elemento central de todo o processo é o diamante sintético. Quando os elétrons recebem energia da luz durante uma reação química dentro do diamante, eles alcançam elevados níveis de energia.
É essa energia que é usada para quebrar as moléculas de CO2 e produzir o chamado C1, ligações carbono-carbono que estão na base de uma infinidade de reações de síntese orgânica - o átomo de carbono do CO2 é adicionado a uma molécula orgânica, formando ligações C-C.
"Nós não usamos materiais perigosos para fazer este processo, usamos água ou líquidos iônicos como solvente. E o próprio material de diamante não é tóxico. O dióxido de carbono é o gás de escape dos carros, centrais elétricas ou instalações de cimento, constantemente emitido pelo transporte e pela indústria, de modo que removê-lo do ar é benéfico, e não problemático.
"No momento, estamos em escala de laboratório, então o consumo de dióxido de carbono é muito pequeno, mas o objetivo é usar o máximo de dióxido de carbono possível para produzir algo útil a partir dele," disse Krueger.
A equipe pretende trabalhar na otimização do processo até o final do ano que vem, quando então espera envolver empresas privadas que possam investir em uma planta-piloto para demonstração da tecnologia.
Fonte:  Inovação Tecnológica 

Conheça os cinco tesouros mais procurados do mundo

Conheça os cinco tesouros mais procurados do mundo

Ouro, prata, joias, tesouros arqueológicos: o sonho de qualquer aventureiro é achar, algum dia, um cofre abarrotado de riquezas de algum barco perdido no tempo. E, na realidade, existem muitos tesouros escondidos. Segue um top 5 com os principais deles, ainda a serem encontrados:
5. Tesouro do fundo do lago Guatavita: Longe do mar, em pleno leito de água doce e pacífica, se esconde um tesouro que não saiu de navio algum... Trata-se de uma enorme quantidade de ouro, lançada por muitos séculos pelos antigos nativos do lugar nas profundidades do lago Guatavita, na Colômbia, como uma oferenda ao espírito da água.
4. Carregamento perdido do Nuestra Señora de Atocha: A embarcação Nuestra Señora de Atocha, um navio espanhol que transportava tesouros da América até a Europa, naufragou em 6 de setembro de 1622, quando cruzou um furacão, nas imediações do arquipélago Florida Keys, quando voltava à Espanha. Em 20 de julho de 1985, o norte-americano Mel Fisher conseguiu achar parte do carregamento, mas ainda permanecem embaixo d'água 17 toneladas de prata, 27 quilos de esmeraldas, 128 mil moedas e 35 caixas de ouro.
3. Relíquias familiares da Virgínia: Em 1863, o coronel do Exército dos Estados Confederados da América, John Singleton Mosby, saqueou os quartéis generais de Edwin Stoughton, obtendo o monumental tesouro das relíquias das famílias da Virgína. Mosby, com medo de que a fortuna caísse em mãos inimigas, entregou tudo ao sargento de sua maior confiança, com o pedido de que a escondesse tão bem quanto possível. Enfim, o sargento o fez excelentemente, já que até hoje ninguém encontrou as relíquias.
[VOCÊ É FASCINADO POR TESOUROS? Conheça a história da Maldição de Oak Island]
2. O tesouro de Lima: Acredita-se que a 560 quilômetros da Costa Rica, aproximadamente, nas ilhas Coco, está escondido um tesouro formado por moedas de ouro, estátuas, joias, coroas, pedras preciosas e barras de ouro e prata, que valeriam hoje cerca de 270 milhões de dólares. O tesouro teria chegado até ali pelas mãos do capitão inglês William Thompson, que teria recebido como missão tomar as riquezas de Lima, no Peru, e levá-las para o México. Desde então, muitos têm tentado rastrear o tesouro, e existem fotografias de 1910 que atestam que o próprio ex-presidente dos Estados Unidos Franklin Roosevelt realizou uma busca junto com aluns amigos.
1. O tesouro da Noite Triste: Conta a história que, no final de 1520, os astecas da cidade de Tenochtitlan, arrasados pela opressão do conquistador Hernán Cortés, decidiram esconder a maior parte de seus tesouros na bacia seca que cercava a capital. Após a batalha da Noite Triste, o tesouro jamais foi encontrado.
Fonte: Peru.com 

6 eventos que vão agitar a semana

6 eventos que vão agitar a semana

Após uma sequência de quatro quedas semanais, o Ibovespa conseguiu voltar a subir, sem um clima de cautela antes de mais um feriado, como costuma ocorrer. Diferente dos últimos dias, em que as principais notícias vieram do exterior, a próximas semana promete voltar a ser focada na reforma da Previdência, enquanto o feriado de Dia de Ação de Graças faz Wall Street fechar na reta final da semana.
Segundo a equipe de analistas da GO Associados, a próxima semana promete ser agitada tanto na política como na economia, apesar do feriado na segunda-feira (20), Dia da Consciência Negra. Na política, o governo deve intensificar as negociações com seus aliados visando à votação da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados ainda este ano, antes do recesso parlamentar, em 22 de dezembro.
Além disso, há uma grande expectativa que o presidente Michel Temer dê início à reforma ministerial anunciada após a saída do governo do ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB-PE). O mercado espera que as mudanças que forem promovidas pelo peemedebista ajudem a dar força nas negociações da reforma da Previdência, com os partidos do “centrão” ganhando algumas pastas.
Segundo Luiz Fernando Castelli, economista-chefe da GO Associados, a política realmente será o principal driver para o mercado. “Em uma semana mais curta, os investidores ficarão de olho no andamento das reformas”, aponta ele citando a importância da próxima semana para que o governo consiga levar a Previdência para votação na Câmara ainda este ano.
Na economia, há vários indicadores previstos para a próxima semana. O IBC-BR de setembro, considerado a prévia do PIB (Produto Interno Bruto), deve ressaltar o cenário de recuperação do País. Segundo dados compilados pela Bloomberg, o indicador deve mostrar um crescimento de 0,33% na economia em setembro.
Saem também dados do setor externo e do crédito e os números do emprego formal, do Caged, e da arrecadação de tributos, todos referentes ao mês de outubro. Além disso, na quinta-feira (23), o IBGE divulga o IPCA-15 referente ao mês de novembro, que deve mostrar alta de
0,46% segundo a equipe da GO.
No exterior, o destaque fica com os Estados Unidos, onde na quarta-feira (22), o Fomc (Federal Open Market Committee) divulga a ata da última reunião, realizada nos dias 31 de outubro e 1º novembro, que manteve a taxa de juros inalterada. Para a GO, a ata deve reforçar a intenção do colegiado em aumentar a taxa de juros na última reunião do ano, em 12 e 13 de dezembro, refletindo o bom crescimento econômico do país.
Vale lembrar que a segunda terá a B3 fechada pelo feriado em São Paulo, enquanto o volume financeiro deve ficar baixo na quinta por conta do dia de Ação de Graças nos EUA, enquanto na sexta as bolsas americanas fecham às 16h (horário de Brasília).
Fonte: Infomoney
Fonte: Jornal ADVFN

Estrangeiros tiraram R$ 2,958 bi da bolsa brasileira neste mês até dia 14

Estrangeiros tiraram R$ 2,958 bi da bolsa brasileira neste mês até dia 14

Os investidores estrangeiros retiraram do mercado acionário brasileiro R$ 2,958 bilhões neste mês até dia 14, segundo dados da B3. A saída de novembro reduz para R$ 12,939 bilhões o saldo de investidores externos acumulado no ano, acompanhando a piora das expectativas para a aprovação da reforma da Previdência e o cenário eleitoral incerto para 2018 no Brasil e o ambiente externo menos favorável para os países emergentes. Este é o segundo mês de saída de estrangeiros do mercado acionário brasileiro, uma vez que em outubro o saldo foi negativo em R$ 1,834 bilhão.
O movimento dos estrangeiros é determinante para o comportamento dos preços das ações brasileiras, uma vez que eles respondem por metade (49,9%) do volume negociado na Bovespa em novembro e 49,3% no ano. Ou seja, de cada R$ 100 comprados ou vendidos em ações no mercado este ano, R$ 49,30 eram de estrangeiros. Com a saída deste mês, o Índice Bovespa acumula uma queda de 2,9% em reais e de 3% em dólar neste mês. No ano, o índice sobe 23,4% até dia 14 e, em dólar, 22,7%.
Já as pessoas físicas respondem por 15,9% do volume em novembro e 17% no ano. Os investidores institucionais representam 27,6% do volume deste mês e 27,1% no ano.
Se os estrangeiros são os grandes vendedores de ações neste mês, os compradores são os institucionais, com um saldo em novembro de R$ 2,877 bilhões líquidos, e as pessoas físicas, com R$ 612 milhões. No acumulado do ano, os institucionais compraram liquidamente R$ 2,106 bilhões e as pessoas físicas venderam 8,712 bilhões, segundo dados de corretoras.
O volume diário negociado em novembro em ações na B3 está em R$ 10,126 bilhões, acima da média de R$ 8,098 bilhões do ano.

Fonte: Jornal ADVFN

A alexandrita

A mais rara e valiosa variedade do mineral crisoberilo exibe as cores verde e vermelha, as mesmas da Rússia Imperial, e seu nome é uma homenagem a Alexandre Nicolaivich, que mais tarde se tornaria o czar Alexandre II. De acordo com relatos históricos, a sua descoberta, nos Montes Urais, em 1830, deu-se no dia em que ele atingiu a maioridade.
Como uma das mais cobiçadas gemas, esta cerca-se de algumas lendas, a mais difundida das quais diz que o referido czar teria ordenado a execução de um lapidário, depois que este lhe devolveu uma pedra de diferente cor da que lhe houvera sido confiada para lapidar.
Esta lenda deve-se ao fato de que a alexandrita apresenta um peculiar fenômeno óptico de mudança de cor, exibindo uma coloração verde a verde-azulada (apropriadamente denominada “pavão” pelos garimpeiros brasileiros) sob luz natural ou fluorescente; e vermelha-purpúrea, semelhante a da framboesa, sob luz incandescente. Quanto mais acentuado for este cambio de cor, mais valorizado é o exemplar.
Esta instigante mudança de cor segundo o tipo de iluminação a qual está exposta à pedra, é denominada efeito-alexandrita, e deve-se ao fato de que a transmissão da luz nas regiões do vermelho e verde-azul do espectro visível é praticamente a mesma nesta gema, de modo que qualquer cambio na natureza da luz incidente altera este equilíbrio em favor de uma delas. Assim sendo, a luz diurna ou fluorescente, mais rica em azul, tende a desviar o equilíbrio para a região azul-verde do espectro, de modo que a pedra aparece verde, enquanto a luz incandescente, mais rica em vermelho, faz com que a pedra adote esta cor.
Analogamente ao crisoberilo, a alexandrita constitui-se de óxido de berílio e alumínio, deve sua cor a traços de cromo, ferro e vanádio e, em raros casos, pode apresentar o soberbo efeito olho-de-gato, que consiste no aparecimento de um feixe de luz ondulante nas gemas lapidadas em estilo cabochão, e que apresentem determinados tipos de inclusões.
Atualmente, os principais países produtores desta fascinante gema são Sri Lanka (Ratnapura e diversas outras ocorrências), Brasil, Tanzânia (Tunduru), Madagascar (Ilakaka) e Índia (Orissa e AndhraPradesh).
A alexandrita é conhecida em nosso país pelo menos desde 1932, e acredita-se que o primeiro espécime foi encontrado em uma localidade próxima a Araçuaí, Minas Gerais. Atualmente, as ocorrências brasileiras mais significativas localizam-se nos estados de Minas Gerais (Antônio Dias/Hematita, Malacacheta/Córrego do Fogo, Santa Maria do Itabira e Esmeralda de Ferros), Bahia (Carnaíba) e Goiás (Porangatu e Uruaçu).

Fonte: DNPM

Pérola

As pérolas estão presentes com destaque em muitas culturas desde os mais remotos tempos da Humanidade, por seu fascínio e características únicas. Muito contribuiu para esta longínqua admiração o fato de que estas gemas são utilizadas em seu estado natural, não necessitando que o homem as aprimore para revelar sua beleza. Por esta razão, são simbolicamente consideradas um presente da Natureza.
A pérola é uma formação natural segregada acidentalmente por um molusco, sem o auxílio ou qualquer intervenção humana. A pérola se forma pela deposição de uma substância denominada nácar em volta de um agente irritante (um grão de areia ou um parasita, por ex.) que penetra no interior do corpo do animal.
Elas ocorrem nas cores branca, creme, negra, cinza, bronze, prateada, rosa, azul, verde e amarela.
As antigas culturas do Oriente Médio, Índia e Pacífico Sul parecem ter sido as que primeiro admiraram e utilizaram as pérolas como adorno, provavelmente devido à proximidade com as principais fontes históricas desta gema, o Golfo Pérsico, o Estreito de Manaar – localizado entre Índia e Sri Lanka – e as Ilhas da Polinésia Francesa.
O Golfo Pérsico e, sobretudo, a costa de Bahrain, foi a principal fonte de pérolas durante mais de 2.200 anos, de aproximadamente300 A.C. até meados do século XX.
O advento das técnicas de cultivo de pérolas ocorreu em um momento crítico de indisponibilidade de pérolas naturais e, com o passar dos anos e seu aprimoramento, a oferta de cultivadas sobrepôs-se largamente à de naturais, alterando para sempre o mercado de pérolas.
As pérolas cultivadas, tal como são conhecidas hoje, entraram no mercado em 1921 pelas mãos dos japoneses, embora já fossem produzidas havia mais de vinte anos. As cultivadas respondem, atualmente, por aproximadamente 95% do comércio mundial de pérolas e procedem principalmente do Japão e da China. A diferença em relação às naturais reside no fato de que nas cultivadas o processo de formação é induzido pelo homem.
As pérolas naturais são, hoje em dia, possivelmente mais raras que em qualquer outro período da história, causando a valorização dos itens de muito boa qualidade, adquiridos praticamente apenas por colecionadores ou especialistas, bem como por cidadãos de culturas que conferem especial valor às pérolas naturais, como é o caso daqueles de diversas nações árabes. As pérolas naturais são bastante raras atualmente, representando uma diminuta parcela do comércio mundial desta gema.
Os principais critérios de avaliação de pérolas são tamanho, forma, cor, brilho, estado da superfície e espessura da camada de nácar.
As perolas são cultivadas em várias partes do mundo, fazendo com que exista uma enorme variedade disponível à joalheria. As mais tradicionais, as “Akoya”, vêm das águas salgadas do Japão e da China, e sua dimensão pode variar de 1 a 9 milímetros.
Dos mares do sul (Austrália, Filipinas, Indonésia), vêm as valiosas “South Sea”, que podem atingir até 20 cm de diâmetro. Essas mesmas pérolas quando de cor negra são denominadas “Tahiti”.
Já as pérolas “Mabe” (ou Barrocas), são cultivadas também na China e no Japão, em ostras específicas, e derivam de formatos já pré-definidos no processo de introdução, podendo ser oval, gota, coração ou esférico.
De menor valor no mercado, as pérolas de água doce (pérolas de arroz), chamadas “Freshwater”, podem apresentar grande variação de formato e cores, enquanto as pérolas “Biwa” (cultivadas no lago de mesmo nome na China), apresentam formato ligeiramente achatado e intensa cor branca.

O BRILHO
O brilho da pérola, também designado “oriente”, é o efeito de um polimento único, causado pela reflexão da luz nas camadas de nácar q a formam.Quanto mais espesso o nácar, maior o oriente e o valor da pérola.O oriente também pode apresentar tons sutis de azul, verde, rosa e amarelo.
A COR
A cor de uma pérola varia de acordo com a presença de minerais e proteínas presentes na água e com a cor da madrepérola(concha mãe), e também com a temperatura e posição em que ela se acomoda na concha. Podem ocorrer variações entre branca(mais valiosa) amarela, rosa, cinza, bronze, roxa e preta.

Madre-pérola

É a parte interna resplandecente das conchas de certas ostras e moluscos, utilizada como núcleo de pérolas cultivadas ou para produzir objetos decorativos.
 Fonte: DNPM

A extinção humana

A extinção humana

Um estudo na revista científica Human Reproduction Update, voltada à área de reprodução humana, traz um dado alarmente: se a quantidade de espermatozoides produzidos pelos homens continuar a cair no ritmo atual, o ser humano pode entrar em um processo de extinção. Um grupo de cientistas, liderados pela Universidade Hebraica de Jerusalém, analisou mais de 180 trabalhos sobre o tema, de diversos países. A conclusão é que a concentração de espermatozoides no esperma humano caiu 52%, nas últimas quatro décadas. O total de células reprodutivas presentes no sêmen dos homens analisados despencou ainda mais: 59%. Uma possível causa para o declínio está na alimentação, principalmente pela presença de produtos químicos. A comunidade científica, no entanto, critica o viés alarmante dado ao estudo. Os dados, porém, não foram contestados.

(Nota publicada na edição 1045 da revista Dinheiro)

Mulher engole diamante de R$ 1 milhão após roubo

Mulher engole diamante de R$ 1 milhão após roubo

Chinesa teve que passar por cirurgia para retirada da pedra

O Dia
Tailândia - Uma chinesa que engoliu um diamante no valor de US$ 300 mil (R$ 1,16 milhão) em Bangcoc , na Tailândia, foi presa neste domingo em um aeroporto na capital tailandesa. Sulian Jiang, de 39 anos, teve que se submeter a uma cirurgia para retirada da pedra, segundo o "Bangkok Post".
Chinesa que engoliu diamante foi flagrada por câmeras de segurança em aeroporto de Bangcoc
Foto: Reprodução Internet

Fonte: 


Jiang conseguiu roubar a joia, na última quinta-feira, em uma feira de jóia trocando-a por uma pedra falsa. A mulher tentava contrabandear a pedra para fora do país e foi flagrada por câmeras de segurança no Aeroporto de Suvarnabhumi, na capital tailandesa e acabou interceptada pela polícia.
De acordo com a polícia, um raio-x mostrou o diamante no intestino de Jiang. Um homem que a acompanhava também foi preso pela polícia tailandesa.
Polícia de Bangcoc conseguiu recuperar diamante roubado por mulher após cirurgia para retirada
Foto: Reprodução Internet
Fonte: O DIA