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terça-feira, 23 de maio de 2017

Diamante comprado por 10 libras em feira de usados é avaliado 350 mil para leilão

Diamante comprado por 10 libras em feira de usados é avaliado 350 mil para leilão







    DiamanteDireito de imagem Sotheby's
    Image caption Dona do anel de diamante o comprou pensando se tratar de uma joia sem valor

    Um anel de diamante comprado por 10 libras (R$ 42) em uma feira de objetos usados há 30 anos irá a leilão em julho com a expectativa de ser arrematado por 350 mil libras (cerca de R$ 1,47 milhão).
    Sua dona acreditava que a pedra de "tamanho fora do comum" era uma bijuteria de baixo valor quando a comprou em Londres, nos anos 1980.
    Mas, na verdade, tratava-se de um diamante branco de 26 quilates do século 19. Sem saber disso, ela usou o anel diariamente por décadas.

    A chefe do departamento de joias da casa de leilões Sotheby's, Jessica Wyndham, disse que "o anel foi comprado como se fosse uma joia falsa".
    "Ninguém pensava que era valioso. Sua dona havia estado em algumas feiras de usados ao longo dos anos, mas não costumavam colecionar antiguidades ou diamantes. Foi um golpe de sorte, um achado incrível."
    Wyndham diz que a mulher - que não quer ser identificada - presumiu que a pedra não era preciosa, porque estava junto a um monte de "porcarias" e não brilhava como um diamante.





    DiamanteDireito de imagem Sotheby's
    Image caption O leilão está marcado para 7 de julho em Londres
    Wyndham explica que o estilo antiquado da lapidação do diamante "poderia fazer as pessoas pensarem que não era uma joia de verdade".

    "Por causa do seu formato de almofada, a luz não é refletida com tanta intensidade quanto deveria em comparação com os estilos modernos de lapidação. Ele foi trabalhado de forma a manter seu formato natural e preservá-lo ao máximo em vez de torná-lo o mais brilhante possível", afirma.
    Depois de usá-lo por 30 anos, a dona do anel e seu marido o levaram à casa de leilões após um joalheiro dizer que poderia ser valioso.
    "Eles não tinham ideia do valor. A maioria de nós sequer consegue pensar na possibilidade de ter um diamante tão grande assim."

    Diamante comprado por 10 libras em feira de usados é avaliado em 350 mil para libras

    Fabio Schvartsman toma posse como diretor-presidente da Vale

    Fabio Schvartsman toma posse como diretor-presidente da Vale


    Fabio Schvartsman assumiu na manhã de segunda-feira, dia 22/5, o posto de diretor-presidente da Vale. Fabio tem 63 anos, é graduado e pós-graduado em Engenharia de Produção pela Universidade Politécnica de São Paulo e pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas. Trabalhou por dez anos na Duratex e por 22 anos no grupo Ultra, de onde saiu em 2007 como CFO da holding Ultrapar e sócio-diretor da Ultra S.A. Depois de comandar a Telemar Participações e a San Antonio Internacional, presidia, desde 2011, a Klabin.
    Fabio foi eleito pelo Conselho de Administração a partir de uma lista preparada pela empresa internacional de seleção de executivos, Spencer Stuart, em conformidade com as normas e governança da companhia. Ele assume o cargo no lugar de Murilo Ferreira, que presidiu a Vale por seis anos. Em sua gestão, Murilo liderou a Vale durante um período de muita turbulência na indústria da mineração mundial e enfrentou alguns dos momentos mais difíceis da história da empresa.
    Sob a liderança de Murilo, a Vale se tornou uma empresa mais enxuta e mais ágil, aumentando significativamente sua competitividade operacional e mantendo um nível de endividamento saudável. A Vale concluiu o S11D, o maior projeto de sua história, e voltou o foco para ativos-chave, realizando desinvestimentos que totalizaram mais de US$ 16 bilhões.
    Fonte: Vale

    segunda-feira, 22 de maio de 2017

    Fitch corta rating da JBS de BB+ para BB e o coloca em observação negativa

    Fitch corta rating da JBS de BB+ para BB e o coloca em observação negativa

    segunda-feira, 22 de maio de 2017 21:36 BRT


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    SÃO PAULO (Reuters) - A agência de classificação de risco Fitch cortou nesta segunda-feira a nota de crédito em moeda estrangeira da JBS, de BB+ para BB, e colocou o rating em observação negativa. Segundo a Fitch, o corte reflete o anúncio de que alguns dos executivos da JBS assinaram acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF), que envolve a admissão de pagamentos de suborno a políticos, o que provavelmente prejudicará as fontes de financiamento da JBS e deve resultar no cancelamento ou atraso da oferta inicial de ações de sua unidade internacional. (Por Aluísio Alves)

    Ibovespa fecha em queda de 1,5% pressionado por cena política; JBS desaba mais de 30%

    CORREÇÃO-Ibovespa fecha em queda de 1,5% pressionado por cena política; JBS desaba mais de 30%

    segunda-feira, 22 de maio de 2017 19:08 BRT


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    Por Flavia Bohone (Corrige dado do fechamento no 2o parágrafo para 61.673 pontos, não 64.673 pontos) SÃO PAULO (Reuters) - A Bovespa caiu nesta segunda-feira, pressionada pelo cenário político local diante das denúncias envolvendo o presidente Michel Temer, após divulgação de gravação com executivo da JBS, cujas ações despencaram mais de 30 por cento. O Ibovespa caiu 1,54 por cento, a 61.673 pontos. O giro financeiro do pregão somou 12,27 bilhões de reais. O andamento do inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) contra Temer por corrupção passiva, organização criminosa e obstrução da Justiça segue no radar dos investidores, que buscam mais clareza sobre o futuro político do país. Nesta segunda, a defesa de Temer comunicou ao ministro do STF Edson Fachin que não vê mais necessidade de suspensão do inquérito, com Fachin enviando o caso ao plenário da Corte após perícia na gravação feita pelo empresário Joesley Batista de uma conversa com o presidente. Temer reafirmou que não deixará o cargo, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, embora siga enfrentando pedidos de impeachment e crise em sua base de apoio, o que pode dificultar sua governabilidade caso permaneça no cargo. Diante do cenário político conturbado, a equipe econômica passou o dia buscando garantir a agentes de mercado a manutenção dos trabalhos. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que o cronograma da reforma da Previdência deverá sofrer atraso, mas disse acreditar na aprovação da proposta mesmo se o Temer não seguir no comando do país. Já o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, disse que a autoridade monetária continuará monitorando o impacto das notícias da cena política nos mercados financeiros e atuando para mantê-los em plena funcionalidade. DESTAQUES - JBS ON despencou 31,34 por cento, maior perda diária da história do papel e na mínima desde março de 2013, com os papéis entrando em leilão algumas vezes. Com isso, a empresa perdeu cerca de 7,5 bilhões de reais em valor de mercado só neste pregão. Na sexta-feira, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu mais quatro processos para apurar denúncias de irregularidades em negócios no mercados feitas por empresas dos irmãos Joesley e Wesley Batista, incluindo a JBS. - PETROBRAS PN teve baixa de 1,62 por cento e PETROBRAS ON perdeu 0,69 por cento, apesar da alta nos preços do petróleo. - ITAÚ UNIBANCO PN cedeu 1,97 por cento e BRADESCO PN recuou 2,85 por cento. BANCO DO BRASIL ON teve baixa de 4,65 por cento e SANTANDER UNIT perdeu 1,3 por cento. - CYRELA REALTY ON teve queda de 6,23 por cento, após notícia de que a empresa destinará 130 milhões de reais para reconstrução e indenizações de resort em Vitória (ES). - VALE PNA teve alta de 2,76 por cento e VALE ON ganhou 2,46 por cento, em sessão de ganhos para os futuros do minério de ferro na China. - FIBRIA ON subiu 6,99 por cento. Na sexta-feira, analistas do Credit Suisse elevaram a recomendação para os papéis da empresa para "outperform" e o preço-alvo para 40 reais, diante do novo cenário para o câmbio após os últimos acontecimentos políticos no Brasil.

    Dólar sobe e encosta em R$3,28 com temor sobre cena política

    Dólar sobe e encosta em R$3,28 com temor sobre cena política

    segunda-feira, 22 de maio de 2017 18:16 BRT
     


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    Por Claudia Violante SÃO PAULO (Reuters) - O dólar fechou em alta nesta segunda-feira, encostando em 3,28 reais, com os investidores temerosos com a cena política depois das denúncias que atingiram em cheio o presidente Michel Temer na semana passada e com as consequências sobre o andamento de reformas no Congresso Nacional, sobretudo a da Previdência. O dólar avançou 0,59 por cento, a 3,2763 reais na venda, depois de fechar a semana passada com alta acumulada de 4,26 por cento. Na máxima do dia, a moeda norte-americana marcou 3,3197 reais e, na mínima, 3,2582 reais. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,65 por cento no final da tarde. "O maior risco para o mercado é Temer continuar e não ter governabilidade, não conseguir aprovar as reformas", afirmou o operador da corretora H.Commcor Cleber Alessie Machado. "Há ainda preocupação com eleição direta, por causa do risco de entrar algum partido que não dê prosseguimento às reformas", acrescentou ele. Temer é alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) por corrupção passiva, organização criminosa e obstrução da Justiça, em investigação aberta com base em acordo de delação fechado por Joesley Batista, do grupo JBS. Temer teve uma conversa gravada pelo empresário. O STF só vai analisar o pedido do presidente para suspender o inquérito, que estava previsto para esta quarta-feira, após a conclusão de uma perícia na gravação. Ou seja, o inquérito continua correndo normalmente. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou mais cedo que o cronograma da reforma da Previdência deverá sofrer atraso em função da crise política, mas que acredita na aprovação da proposta mesmo se Temer não seguir no comando do país. A ideia do governo é manter o cronograma de votações importantes no Congresso para mostrar que ainda respira e tem força, disseram fontes à Reuters. "O cenário doméstico é de completa incerteza... A volatilidade nos mercados locais deve continuar", resumiu a Advanced Corretora em relatório. O Banco Central deu continuidade à sua intervenção diante do nervosismo do mercado e vendeu nesta sessão todos os 40 mil novos swaps cambiais tradicionais --equivalentes à venda futura de dólares. O BC também vendeu todos os 8 mil contratos para a rolagem dos swaps que vencem em junho, que totalizam 4,435 bilhões de dólares. Faltam ainda rolar 2,435 bilhões de dólares desse total. O presidente da autoridade monetária, Ilan Goldfajn, disse que continuará monitorando o impacto das notícias da cena política nos mercados financeiros e atuando para mantê-los em plena funcionalidade.

    S&P coloca rating do Brasil em observação negativa, cita crise política

    S&P coloca rating do Brasil em observação negativa, cita crise política

    segunda-feira, 22 de maio de 2017 21:24 BRT


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    (Reuters) - A agência de classificação de risco Standard & Poor's anunciou nesta segunda-feira que colocou em observação negativa a perspectiva da nota de crédito soberano do Brasil, hoje em BB, citando aumento das incertezas políticas. Segundo a S&P, após recentes alegações de corrupção contra o presidente Michel Temer, o cenário político do Brasil voltou a se tornar mais complicado. "As incertezas de curto prazo sobre a viabilidade política do presidente Temer, o potencial de processo de transição prolongado aumentou o risco de queda para a classificação do Brasil", diz trecho do documento. Segundo a S&P, a observação negativa reflete o risco de corte no rating nos próximos três meses em meio ao maior estresse na dinâmica política. Logo após o anúncio, o Ministério da Fazenda afirmou em nota que está focado na recuperação econômica e na realização das reformas e que a S&P informou que a atual nota de crédito pode ser mantida se a incerteza política for de curta duração e se a equipe econômica tiver apoio do Congresso. "O Ministério da Fazenda reafirma o seu compromisso com a recuperação da economia brasileira por meio de reformas estruturais que objetivam o equilíbrio das contas públicas, a sustentabilidade da dívida pública e a construção de novas bases para o crescimento sustentado", diz a nota. Na sexta-feira, a agência Fitch reafirmou o rating do Brasil em "BB" com perspectiva negativa, citando os repetidos episódios de instabilidade política que têm implicações para a economia. As decisões das agências acontecem após os desdobramentos da divulgação de áudios de conversa de Temer com o empresário Joesley Batista, um dos controladores da JBS (JBSS3.SA: Cotações), na qual o presidente da República supostamente dá aval para manter pagamentos ao ex-deputado Eduardo Cunha em troca de silêncio sobre denúncias contra o governo. Temer nega as acusações. (Reportagem de Aluísio Alves e Alexandre Caverni)

    Como Avaliar uma Pedra Preciosa Lapidada

    Como Avaliar uma Pedra Preciosa Lapidada





    O consumidor que pretende comprar uma pedra preciosa e não tem conhecimento especializado avalia a qualidade da gema com base em critérios puramente pessoais, sendo seu gosto o que atribui valor ao produto.
    Além disso, se for um consumidor sem conhecimentos de gemologia, ele avaliará a gema com base principalmente em cor, brilho e tamanho. O que não está errado, mas deixará de considerar aspectos igualmente importantes, como a qualidade da lapidação.
    Como se trata de um comprador individual, essa avaliação poderá implicar perda ou prejuízo apenas para si próprio. Mas, quando se trata de comprar para uma empresa ou quando se faz necessária uma avaliação profissional, como no caso de uma ação judicial, a avaliação não pode ser assim subjetiva. Ela deve basear-se em critérios objetivos e quantificáveis. Mas como se faz isso?
    São quatro os fatores a considerar na avaliação de uma pedra preciosa lapidada: cor, pureza, qualidade da lapidação e do acabamento e peso. Como se verá, esses fatores não têm o mesmo grau de importância.


    Peso
    O peso das gemas lapidadas é expresso sempre em quilates (símbolo ct). Um quilate corresponde a 200 miligramas, ou seja, um grama equivale a cinco quilates (1 g = 5 ct).


    Cor
    Normalmente a cor é o fator mais importante, representando 50% do valor da gema. Para determiná-la levam-se em conta três aspectos: o matiz, que é a cor propriamente dita ou uma combinação de cores (ex.: amarelo, amarelo-esverdeado, verde-azulado etc.); o tom(ou tonalidade), que é descrito em termos de claro ou escuro; e a saturação, que é a pureza ou intensidade do matiz e que varia de vívida a sem vida.


    Pureza
    Descreve a quantidade e o tamanho das inclusões existentes na gema, entendendo-se por inclusão corpos estranhos ou qualquer outra imperfeição que afete a transparência e a beleza da pedra. A pureza responde por 30% do valor da gema lapidada. Essa característica é avaliada usando-se lupa de 10 aumentos; o que não é visto com essa ampliação considera-se inexistente.
    Nesse aspecto é preciso lembrar que há gemas que praticamente sempre têm inclusões, como a esmeralda e a rubelita. Outras – como topázio, água-marinha, ametista e turmalina verde – podem ser facilmente encontradas sem essas imperfeições. Rubi, safira, granada e alexandrita situam-se numa posição intermediária nesse aspecto. Portanto, a presença de inclusões numa ametista ou numa água-marinha é muito mais grave do que numa esmeralda.
    As gemas são classificadas em cinco categorias com relação à pureza: SI (sem inclusões), IL (inclusões leves), IM (inclusões moderadas), IA (inclusões acentuadas) e IE (inclusões excessivas). Não se deve esperar ver no mercado ametistas ou águas-marinhas com qualidade IE, tampouco esmeraldas com pureza SI.


    Lapidação e Acabamento
    A qualidade da lapidação e do acabamento é o fator de menor peso na avaliação da gema, representando 20% da nota final. Nesse item, devem-se observar vários aspectos:
    a) Proporções: altura da gema (não pode ser muito alta nem baixa demais em relação à largura), tamanho da mesa (a faceta maior e mais importante), boa proporção entre comprimento e largura etc.
    b) Acabamento: características da superfície da gema, como marcas deixadas pelo polimento.
    c) Simetria: forma, posição e arranjo das facetas.
    Cada um dos três fatores – cor, pureza e lapidação/acabamento – recebe uma nota que vai de 1 a 10. Exemplos:
    - Uma gema de matriz puro e uniforme com brilho intenso recebe nota entre 8 e 10 com relação à cor. Mas se ela tiver muita saturação (quase preta) ou, ao contrário, pouquíssima saturação (quase incolor), terá nota entre 1 e 4.
    - Uma gema daquelas que são facilmente encontradas sem inclusões visíveis a olho nu terá uma nota entre 8 e 10 para pureza, se examinada com lupa de 10 aumentos e mostrar inclusões pouco visíveis ou ausentes. Mas se tiver inclusões visíveis a olho nu cai para uma nota entre 1 e 4.
    - A pedra preciosa com lapidação bem feita, mostrando boas proporções, simetria perfeita, bom polimento e facetas bem colocadas terá nota de 8 a 10 com relação à lapidação. Mas se mostrar grandes variações de simetria e for mal proporcionada e mal polida sua nota cai para 1 a 4.
    Notas entre 8 e 10 para um determinado parâmetro classificam a gema como excelente ou extra; notas entre 6 e 8 caracterizam a gema como boa ou de primeira. Se a nota cair no intervalo de 4 a 6 ela será média ou de segunda; e se tiver nota apenas entre 1 e 4 será fraca ou de terceira.


    Cálculo da Nota Final
    Obtidas as notas para cor, pureza e lapidação/acabamento, pode-se calcular a nota final da gema. Ela será a média ponderada das três notas, levando-se em conta a importância de cada um dos três parâmetros.
    Vamos supor que uma gema alcançou nota 6 na cor, 9 na pureza e 7 na lapidação. A média será:
    6 x 50% = 3,0 (cor)
    9 x 30% = 2,7 (pureza)
    7 x 20% = 1,4 (lapidação)
    Total = 7,1

    A qualidade da gema como um todo terá então nota 7,1, sendo a gema da categoria boa ou de primeira. Com isso, podemos determinar seu preço usando as tabelas de preços publicadas regularmente pelo Convênio DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral)/IBGM (Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos).
    Nessas tabelas, procura-se na coluna à esquerda a faixa de peso da gema, e dali para a direita busca-se a coluna correspondente à sua categoria (no caso, boa). No encontro da linha referente ao peso com a coluna referente à qualidade está o preço, dado em dólares por quilate.
    A tabela abaixo mostra os preços do citrino, uma das gemas mais baratas. Supondo-se que a gema do nosso exemplo (qualidade boa) tenha 9 quilates, pela tabela pode-se ver que seu preço está entre 1,5 e 5 dólares por quilate, ou seja, ela vale entre 13,50 e 45 dólares.

    Se em vez de citrino fosse uma turmalina paraíba azul néon, uma das gemas mais caras que existem, a tabela mostraria um preço incomparavelmente maior: 9.500 a 20.000 dólares por quilate. Como a gema do nosso exemplo tem 9 ct, ela valeria no mínimo 85.500 dólares (provavelmente bem mais, já que está quase no topo da faixa de peso).



    Fonte
    BRASIL. Departamento Nacional de Produção Mineral & Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos.

    Mineração cada vez mais na Era da Tecnologia

    Mineração cada vez mais na Era da Tecnologia


    O nome de nosso estado, vindo de sua história, já dá pistas da vocação destas terras, Minas Gerais. Uma designação no plural, que indica a grande variedade de substâncias que são encontradas em nosso subsolo. Extraído a exaustão, o ouro pode estar mais tímido nos dias atuais, mas o minério é abundante. São mais de 300 minas no estado, 57 delas estão no ranking das maiores do país,  o que mostra que ainda é um bom negócio lavrar nosso solo. A terra das muitas minas é responsável por 46% da exportação de minérios primários, e por 56% do saldo da balança comercial brasileira (2012).
    O negócio da mineração envolve grandes investimentos e inúmeros cuidados. Os equipamentos usados na prospecção mineral são, em geral, de grande porte o que exige atenção e precisão na operação. Existem também questões delicadas como a segurança do pessoal envolvido e a interação constante com o meio ambiente. Nestes dois sentidos, a legislação envolvida é extremamente rigorosa. O conjunto destes fatores torna a área de extração mineral um terreno fértil para a aplicação das tecnologias da informação e de automação. O uso de sistemas e ferramental tecnológico contribui para a eficiência e segurança operacional.
    Na profundidade das minas, nos enormes caminhões, ou nas intermináveis esteiras de transporte a automação e a operação remota de equipamentos facilitam a rotina e aumentam a produção. É nos vários tipos de gerenciamento que entra o uso da tecnologia da informação. Programas auxiliam no controle da extração, na análise e no armazenamento do material e ainda na gestão de seu transporte. Alguns softwares, como os de gestão financeira, não diferem muito daqueles utilizados em outras atividades, mas existem os que precisam ser customizados para atender as necessidades das empresas de mineração.
    A TI entra nas minas
    Ao longo dos anos, a aplicação da tecnologia da informação e automação trouxe à mineração ganhos importantes, não só financeiros, mas também em produtividade. De forma que hoje a tecnologia já está bastante incorporada à atividade extrativa mineral. “Entendendo a TI de forma abrangente, englobando todo tipo de software utilizado na área produtiva mineral, desde a pesquisa mineral, passando para as operações de lavra, processamento e manuseio dos produtos e embarque”, define Marco Aurélio Soares Martins, CEO da CEMI, empresa de tecnologia voltada para a área.
    O nível de investimento exigido e o longo prazo de operação fazem com que, de forma geral, todo empreendimento mineral seja baseado em estudos geológicos e em um planejamento da vida útil das minas. “Na área de pesquisa mineral, avaliação de reservas minerais e planejamento de lavra, vários softwares são amplamente utilizados com intenso uso de banco de dados e técnicas de análise estatística”, explica Marco Aurélio Martins. O uso destes programas é tão positivo para a atividade que algumas empresas chegam a investir até 2% de seus orçamentos bilionários em tecnologia.
    Em geral, todo empreendimento mineral é regido por estudos geológicos e planejamento, que são usados para prever todo o curso do empreendimento ao longo dos anos, a vida útil de uma mina, sua viabilidade econômica, o fluxo de caixa e lucratividade possível. “Claro que o quadro estudado a partir de dados de perfuração e pesquisa mineral é constantemente alterado e atualizado”, pondera Marco Aurélio. O diretor operacional conta também que a área de prospecção foi pioneira no uso de recursos de informática, dada a dificuldade de se manusear um grande volume de dados. “Mesmo antes da evolução e popularização do computador pessoal já se usava recursos computacionais de forma intensiva na geologia e planejamento de lavra”, ele conta.
    Saindo da área de pesquisa mineral e planejamento de lavra, são utilizados sistemas de gestão e controle de frota e de equipamentos móveis. São os chamados “Sistemas de Despacho” de caminhões que tem por objetivo aperfeiçoar o transporte na mina. Estes sistemas ultrapassam a função de otimizar as operações de movimentação e locação de equipamentos móveis, tornando-se eficazes sistemas de telemetria. Estes dados são valiosos para prevenir e prever problemas mecânicos do equipamento, registro dos dados da produção, consumo de combustível, etc. “O adequado gerenciamento da frota traz economias significativas, ganhos de produção e minimização dos investimentos nestes ativos”, afirma Marco Aurélio Martins.
    Na área de produção das usinas de tratamento e manuseio dos minérios, foram desenvolvidos hardware e software específicos e sofisticados para automatizar os equipamentos e os processos produtivos. “Os instrumentos na mineração são bastante vulneráveis a desgaste, entupimento, oxidação e as melhores soluções são aqueles não invasivos tornando-os mais resistentes e confiáveis para serem utilizados no controle efetivo dos processos”, explica mais uma vez o executivo de TI mineradora. Estes computadores industriais precisam ser robustos e confiáveis, sendo construídos para funcionar 24 horas por dia, 365 dias por ano.
    Nos últimos anos, a crescente demanda por minérios, caso do recente mercado chinês, e a fusão de mineradoras, transformando-as em empresas multinacionais e, ou, transnacionais, colocou essas indústrias sob pressão para operar suas plantas continuamente a níveis nunca registrados de picos de desempenho econômico. As exigências de qualidade e quantidade do produto, e redução dos custos de operação se tornaram metas constantes. Este cenário tornou o uso das tecnologias de informação e automação indispensáveis ao setor. Prova disso são dados que demonstram um retorno do investimento em TI pelas mineradoras a taxas que variam de 100 a 5000%.
    Fonte: Fumsoft

    CAS aprova proposta que destina royalties da mineração para saúde e educação

    CAS aprova proposta que destina royalties da mineração para saúde e educação


    A Comissão de Assuntos Sociais aprovou, nesta quarta-feira (19), uma proposta que destina metade dos royalties da mineração para a saúde e a educação. O objetivo do PLS 254/2013 é ampliar os investimentos em escolas e hospitais públicos. A relatora da matéria, senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), justificou que “é consenso que somente a educação e a saúde de qualidade, para toda a população, podem elevar a produtividade, além de amenizar as desigualdades socioeconômicas e inter-regionais”. A reportagem é de George Cardim, da Rádio Senado.
    Fonte: Senado Federal